Perfil da equipe de Jandaíra

Por Milka Moura

Jandaíra é um município do interior do Rio Grande do Norte, localizado a 120km de Natal, conta com uma população de 6.942 habitantes, segundo o IBGE, e foi um dos municípios escolhidos para participar do programa Trilhas Potiguares, que ocorrerá do dia 21 a 28 de julho, deste ano. A cidade que tem nome de abelha, era um povoado que se desenvolveu e conseguiu emancipação política, tornando-se oficialmente um município em 1963.

A localidade já recebeu o Trilhas no ano de 2013 e, cinco anos depois, o projeto de extensão, pertencente a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, retorna ao local com muitas expectativas e projetos para a comunidade Jandairense. Uma equipe composta por 19 estudantes dos mais diversos cursos da UFRN, ficará hospedada na cidade durante uma semana. Nesse período desenvolverão atividades em torno de assuntos relevantes para a sociedade, distribuídas nos campos da educação, teatro, saúde, ciência e tecnologia, meio ambiente e questões de gênero, assuntos em foco neste ano.

A comunicadora Luciana Melo é coordenadora do Trilhas Potiguares desde 2014, e fala sobre a diversidade do grupo com quem irá trabalhar: “Essa equipe é uma colcha de retalhos, tem pessoas de várias equipes minhas de todos esses anos e também trilheiros novos”. Luciana não esconde as expectativas para o início das atividades: “minhas expectativas para 2018, em Jandaíra, estão excelentes, nossos alunos estão a mil, com propostas que contemplam as demandas do município, e se mostram animadíssimos, tanto a equipe como os contatos da cidade”, conta.

Jandaíra

(Foto: Equipe Jandaíra) 

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Perfil da equipe de Espírito Santo

Por Ricarla Nobre

Com pouco mais de 10 mil habitantes, Espírito Santo está localizado na microrregião do litoral sul do Rio Grande do Norte. Fundada há 56 anos, em 4 de janeiro de 1962, a cidade conta com uma área de 144 km², e quem nasce no lugar é Espírito-Santense. Atualmente é administrada pelo prefeito Fernando Teixeira – cujo mandato finalizará em 2020. O município é um dos 18 que participarão do Trilhas Potiguares deste ano. A equipe responsável pelas atividades e oficinas a serem realizadas na cidade, ainda está em fase de planejamento. Mas, garantem que serão abordados temas nas áreas das práticas alimentares, da promoção da saúde física e psicológica, do turismo regional e das iniciativas cultural (teatro, música etc.).

A equipe que irá para Espírito Santo, possui 18 membros. Dentre os participantes, está a coordenadora Eva Lins – graduada em História com pós em conservação e restauro de obras de artes. Ela tomou conhecimento do Trilhas desde o ano passado, quando participou com a equipe de Santana do Seridó. Para Eva, a experiência anterior vai oportunizar ajudar as pessoas envolvidas no projeto direta e indiretamente. Junto a ela, também na coordenação, está Fagner França – formado em Engenharia Civil e professor universitário desde 2014 na Universidade Federal do Rio Grande do Nrote e em mais 3 instituições. Ele conhece o Trilhas desde que foi aluno da graduação, na própria instituição, e participa do projeto desde 2015, quando já era professor. A expectativa de Fagner para o Trilhas é deixar uma semente positiva no município visitado através das ações desenvolvidas, promovendo um maior envolvimento da comunidade com as necessidades da própria população.

Além dos coordenadores, a equipe deste município conta com a participação de alunos de diversas áreas:

Patrick Sena cursa o 5º semestre de música na UFRN e conheceu o Trilhas antes de entrar na universidade através de pesquisa independente. O jovem participou de outra edição em Santana do Seridó, este ano ele irá realizar atividades relacionadas à música e a inclusão social. A expectativa de Patrick é realizar um bom trabalho e fazer a diferença na vida dos participantes desta edição do projeto.

Natália Beatriz é estudante de Fonoaudiologia e realizará conversas sobre a saúde mental de jovens; doenças sexualmente transmissíveis e pretende trabalhar com profissionais da rede de atenção, para melhor atender a comunidade LGBT. A jovem conheceu o Trilhas através de amigos participantes de outras edições, ela espera trocar conhecimentos, experiências e vivências.

Marcia Vanessa é graduanda do curso de Fisioterapia. Conheceu o Trilhas em 2015, através de amigos, e interessou-se pelo perfil do projeto. Já contribuiu com os municípios de Tibau e Rio do Fogo, e afirma que a experiência foi fantástica. A jovem ministrará oficinas sobre saúde, e incentivará a prática de yoga entre os trilheiros. As expectativas são muito positivas, ela espera melhorar a vida das pessoas as quais receberão a visita de sua equipe, afim de torná-las mais conscientes objetivando transformar suas realidades para melhor.

Jânio Nascimento é aluno de Enfermagem e participou do projeto em edições anteriores. Tomou conhecimento sobre esta edição através do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA) na parte dos projetos de extensão. Ele pretende promover atividades envolvendo sua área, tais como: o esclarecimento sobre uso abusivo de substâncias psicoativas; intervenções com atividades e dinâmicas com grupos de idosos, gestantes, hipertensos e diabético. A expectativa é realizar todas as intervenções da melhor maneira, contribuindo para a educação e a saúde.

Raquel é bacharel do curso de Educação Física. Trabalhará com atividades práticas junto à população do município, visando o bem-estar físico e mental dos participantes. É a primeira vez que ela participa do projeto, e tem como expectativas realizar um trabalho multidisciplinar com os demais participantes e ter vivências positivas com a população de Espírito Santo.

Ellen cursa Pedagogia. Soube do Trilhas pelo SIGAA, e logo se interessou pelo perfil do projeto. Ela gosta de aventuras, acampamentos, caminhadas e sua inscrição foi motivada pelo enriquecimento profissional e pessoal. Em Espírito Santo, ministrará oficinas de abayomi (uma boneca que aprendeu a fazer em edições anteriores do projeto), e de jogos matemáticos. A expectativa é construir mais conhecimento através do compartilhamento da experiência com outros trilheiros e da relação com a cidade em questão.

Esses foram os perfis de alguns dos membros da equipe. Para nós da comunicação, a expectativa é aprender muito na prática e conseguir cobrir as oficinas, contar histórias, vivenciando coisas inéditas da melhor forma possível.

Espirito Santo

(Foto: Equipe Espírito Santo)

Perfil da equipe de Arez

Por João Pedro Patrício

O ícone do grupo do whatsapp da equipe de Arez é a Igreja de São João Batista de Guaraíras. Qualquer pessoa pode achar que igrejas são símbolos comuns para municípios ditos como interiores, mas o caso de Arez não é bem esse. A igreja da cidade é uma das mais antigas do Brasil, por isso ocupa tal posição tanto na imagem como no imaginário dos trilheiros.

A equipe do Trilhas Potiguares do município de Arez é variada, com alunos de Administração; Ciências Biológicas; Comunicação Social; Educação Física; Enfermagem; Engenharia Florestal; Engenharia Química; Geografia; Nutrição; Pedagogia; Psicologia; Teatro e Zootecnia. Essa foi uma das razões pela qual decidiu-se definir o grupo pela palavra multidisciplinaridade e outros sinônimos, até a palavra timidez apareceu como escolha de um membro.

Os coordenadores responsáveis por esse grupo de trilheiros são Iapony Galvão, do departamento de geografia, e Fabiana Mota, de direito. A coordenação local fica por conta da nutricionista Yasmim Lima. Atenciosos, prometem preparar uma equipe diferenciada para suprir as demandas municipais, além de criar novas opções de atividades que deixem sementes em Arez. Assim, os habitantes do município poderão regar e colher os frutos da plantação – e então, semear novamente.

Durante a semana do Trilhas Potiguares, todas as atividades do planejamento serão postas em prática juntamente à satisfação em conhecer o município, assim como seus habitantes cheios de histórias para contar.

Arez

(Foto:  Equipe Arez)

 

Abertura do Trilhas Potiguares em Serra Negra

Por Alyrson Aguilar e Rebeca Souza

O Trilhas Potiguares teve seu ponta pé inicial em Serra Negra do Norte na noite da última segunda feira (16). O evento de abertura serviu como uma oportunidade de receber e apresentar os trilheiros à comunidade.

O local escolhido foi a praça Senador Dinarte Mariz, ponto principal da cidade, ou seja, nada mais simbólico que começar o projeto num dos maiores pontos de encontro e convivência entre os cidadãos serra negrenses.

Durante a noite, diversas manifestações culturais e artísticas abrilhantaram a programação, como o grupo Negros do rosário, Idosos Ativa Idade e um desfile de roupas ecológicas. Além disso, o evento contou com a apresentação do aluno de dança, Anderson Honorato, que exibiu sua coreografia e das alunas Emanuelly Rodrigues, Marilia do Vale, Fernanda Nahara e o coordenador do projeto, Marcos Adller, que juntamente com as crianças que estavam presentes no evento, cantaram a música “não deixe de sonhar”. A aluna Emanuelly Rodrigues disse que a intenção de cantar essa música foi para mandar uma mensagem para o município: “não deixem de sonhar e continuem vendo as possibilidades para a realização de seus sonhos”.

O ambiente de muito carinho e recepção calorosa já anunciavam que será devolvida durante toda a semana de atividades.

‘Trilhas’ levam a UFRN além dos muros

Por Mycleison Costa

Entre os dias 21 e 28 de julho a Pró-reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) realizará mais uma edição do Trilhas Potiguares, programa de extensão universitária que promove há 22 anos ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida da população de cidades com até 15 mil habitantes, no Rio Grande do Norte, atendendo sempre a demanda apresentada por cada município.

Este ano, 18 municípios serão atendidos pelo programa: José da Penha, Serrinhas dos Pintos, Patu, Carnaubais, Angicos, Pedro Avelino, Jandaíra, Caiçara do Norte, Pedra Preta, Serra Negra do Norte, Carnaúba dos Dantas, Jaçanã, Serra de São Bento, Lagoa D’anta, Lagoa Salgada, Lagoa de Pedras, Espírito Santo e Arez.

As equipes são constituídas por dois servidores do quadro efetivo da UFRN na condição de coordenadores e até 20 discentes dos cursos de nível técnico, da graduação e pós-graduação, além de representantes dos municípios visitados. Alguns desses voluntários atuarão na produção de conteúdo informativo sobre as atividades desenvolvidas pelo programa, como correspondentes do Comtrilhas, projeto irmão do Trilhas Potiguares, idealizado pelo Departamento de Comunicação Social da UFRN (Decom).

Breno Guilherme Cabral, Pró-reitor Adjunto de Extensão e Coordenador do Trilhas Potiguares, informa que em comparação com a edição de 2017 houve uma redução no quantitativo de municípios. Ano passado foram 25, este ano, 18 cidades receberão as equipes. Quando questionado se o corte realizado pelo Governo Federal nas verbas destinadas a educação tem influência neste decréscimo no número de municípios, Breno explica.

“Claro que os cortes influenciam nisso, mas, na verdade, ela foi muito mais relacionada a nossa logística de atuação de transportes. Ano passado, com 25 municípios, tudo funcionou bem, mas, durante a reunião de avaliação interna do programa, nós optamos por diminuir esse número, pois queríamos uma qualidade melhor no controle e no acompanhamento desses projetos mais de perto”.

Cabral declara que as expectativas para a edição deste ano são as melhores possíveis, e enfatiza todo o planejamento que há por trás deste que é o maior programa de extensão da UFRN. “Nós sempre temos feito um trabalho muito pautado no planejamento e um exemplo disso é essa redução no número de municípios. Nesta edição também estamos dando uma atenção maior aos projetos relacionados a cultura e memória, visto a temática dos 60 anos da Universidade e a importância dela para o estado”.

Já a coordenadora adjunta do Trilhas Potiguares, Eriama Hackradt, destaca a aproximação entre a universidade e a comunidade como o maior mérito do programa. “Nossa maior realização é o envolvimento entre os discentes e a população, pois os alunos levam seus conhecimentos da academia para os municípios e lá acontece uma incrível troca de experiências. Essa semana que os voluntários passam junto das comunidades proporciona momentos únicos que todos levam por toda a vida”, afirma.

Para ela, o Trilhas Potiguares é um marco na Universidade Federal do Rio Grande do Norte: “O aprendizado de vida adquirido no programa é ainda maior que toda qualificação acadêmica. Acredito que aquilo que os alunos vivem aqui não é ofertado em nenhum outro lugar. Para mim, fazer extensão é isso”.

Em 2017, segundo a PROEX, as ações realizadas pelos voluntários do programa contemplaram mais de 21 mil potiguares, em 25 municípios – atividades que foram além do cunho acadêmico e repercutiram diretamente no dia-a-dia da população. Este ano, mesmo com um número menor de cidades, o Trilhas já conta com 860 alunos da Universidade, de 67 cursos diferentes, inscritos para a edição.

Allyne Paz, aluna do 5º período de Jornalismo, trabalhou na cobertura do Trilhas Potiguares em 2017 e descreve o programa como uma escola que proporcionou sua primeira grande experiência como jornalista. “Antes do Trilhas eu nunca havia gravado vídeos informativos e nem produzido matérias sozinha para serem divulgadas em um veículo de comunicação, mas lá tive essa autonomia. Produzi, de maneira independente, fotos, textos e vídeos para o blog do Comtrilhas. Foi um grande aprendizado”, conta.

A estudante ainda reitera que o Trilhas a fez mais humana. “Me tornei uma pessoa melhor simplesmente por poder conhecer e contar tantas histórias de vida. O ambiente me fazia ir além do apenas ouvir aquelas histórias, era necessário absorvê-las para repassar, e isso foi muito importante. A experiência foi única”. E completa: “Só sabe o que é o Trilhas quem vive o Trilhas”.

Trilhas África

Ainda em 2017, o programa extrapolou os limites territoriais potiguares e cruzou as águas que separam os continentes americano e africano, atracando a mais de 9.200 km de distância nas longínquas terras moçambicanas, nessa que foi a primeira edição do Trilhas longe do Rio Grande do Norte.

A ação nomeada de “Trilhas Internacional Brasil/África” levou para a província de Inhambane, mais especificamente para a cidade de Maxixe, uma equipe composta por 13 trilheiros, sendo 11 alunos e 2 coordenadores, com o apoio de profissionais da Universidade Pedagógica de Maxixe, parceira da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Eriama Hackradt, coordenadora adjunta do programa, classifica como o auge de sua carreira acadêmica a oportunidade de levar o Trilhas para além do RN. “Nós passamos dez dias em Moçambique e foram momentos inesquecíveis, pois é uma cultura e uma realidade de vida muito diferente da nossa”, enfatiza.

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Crianças moçambicanas atendidas pelo Trilhas Internacional Brasil/África (Foto: Aquivo Trilhas Potiguares)

Perfil da equipe Serra Negra do Norte

Por Alyrson Aguilar e Rebeca Souza

Dos 18 municípios que fazem parte do Trilhas Potiguares 2018, nossa equipe irá para Serra Negra do Norte. Município pertencente à Microrregião do Seridó Ocidental e a Mesorregião Central Potiguar, localiza-se a sudoeste da capital do estado e é o segundo município do Trilhas mais longe de Natal, com 334,9 km de distância. Apesar do longo caminho a ser percorrido, o grupo se encontra em um estado de muita animação e empolgação para a viagem, somos 24 trilheiros de 13 cursos diferentes. No primeiro encontro, entre olhares de curiosidade e ansiedade, as perguntas as quais nos uniam eram: “o que vamos fazer lá? o que é o Trilhas Potiguares, afinal?”. A resposta era comum a todos: nem levar, nem trazer conhecimento, mas sim CONSTRUIR! E para isso, precisávamos reunir forças.

Alyrson Aguilar, cursa jornalismo e é aquariano, tem como palavra chave para essa viagem perseverança, e fará a cobertura completa do Trilhas Potiguares na cidade junto com Rebeca Souza, aluna de audiovisual, ariana e que espera muita experiência nessa viagem. Quem também embarca é o estudante de teatro Bruno Barbosa. Com a confiança típica de sagitariano, escolheu a palavra amor para o projeto. Os três farão uma oficina que englobará atuação, linguagem audiovisual e vídeo jornalístico para ser oferecida a comunidade. Ainda no time da comunicação, a quase jornalista Andreia Tavares se divide entre terminar o TCC e dar suporte a todas as demandas do grupo. E acreditem, ela se consegue dar conta de tudo isso.

Na área da saúde, as meninas Érika Rocha, Fernanda dos Santos e Isabella Kilia do curso de enfermagem, Isabel Amorim, de nutrição e Isabela Calixto, de fisioterapia, já estão participando, juntas, pela segunda vez no Trilhas e irão levar a oficina que problematizará a gravidez na adolescência, trabalharão com crianças sobre higienização bucal e com idosos sobre cuidados à saúde. Érika, Fernanda e Isabela são librianas, Kilia sagitariana e Isabel virginiana e, transformam toda essa confusão de signos e diferenças em energia para a integração.

Mayra Lima e Paula Suely são do curso de educação física. A palavra que melhor representa essa experiência para cada uma é amor e renovação. Juntas, vão trabalhar a importância da atividade física para uma vida saudável. Mas nem só de exercício se resume nosso corpo, também pode ser instrumento de expressão e manifestação popular. É o que pretende mostrar Anderson Honorato, geminiano e estudante de dança.

Adriana Almeida já participou do programa cinco vezes, mas esta será sua primeira como Doutora em ecologia. Quem se junta ao time de experientes é Marília do Vale, mestranda em educação e dentre as inúmeras vezes que participou, teve Moçambique como destino. Foi a primeira edição do Trilhas Potiguares Brasil/África, ano passado. Embora participantes de outras edições, elas sabem que nenhuma experiência é igual a outra e que há sempre algo novo a ser descoberto, não as fazendo diferente daqueles que participarão pela primeira vez no projeto.

Este será o caso dos estudantes Luana Bilro de psicologia, Carolina Xavier de história, Ladislau de biblioteconomia, Leylane de Oliveira de pedagogia, Aline Fernandes de Serviço Social, e os aquarianos Cleidiane Geraldo de administração, Lucas Andrade de letras e Mateus Souza de agronomia. Trilheiros tão importantes os quais desenvolverão atividades nas artes, agricultura, economia, e simbolizam bem a diversidade do conhecimento humano e interdisciplinaridade da equipe.

Quem coordena essa equipe é Marcos Adller. Encorajador, ousado e extremamente ciente da importância do projeto. Se nos falta ânimo ou nos sobra inseguranças, é na liberdade que Marcos oferece onde encontramos energia para acreditar que sim, iremos CONSTRUIR conhecimento. Nenhuma construção se dá de maneira individual, e nós, do município de Serra Negra, estamos prontos para vivenciar isso.

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Trilhas Potiguares ganha programa de rádio próprio em Serra Negra

Por Alyrson Aguilar

A fim de divulgar o projeto e apresentar as ativades do Trilhas Potiguares para a população local, os alunos de Comunicação Social Alyrson Aguilar e Rebeca Souza exibiram o programa “Trilhando Serra Negra” na rádio 104 de Serra Negra.

O programa contou com a participação dos trilheiros e do coordenador Macos Adller que, em entrevista, contou sobre a importância do Trilhas Potiguares e os benefícios para o município.

O espaço na programação foi cedido por meio de uma articulação entre a Prefeitura Municipal de Serra Negra, a coordenação do Trilhas e a própria rádio. Ao final, os ouvintes foram incentivados a participar das ações durante toda a semana e seguirem as redes socias de comtrilhas que foram divulgadas.